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Archive for the ‘Encontros’ Category


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Uma oficina de fim-de-semana sobre os fundamentos da Transição direccionada a quem deseja saber mais sobre ferramentas práticas para construir, planear e gerir uma Iniciativa de Transição. Queremos proporcionar aos diferentes agentes que intervêm na temática das cidades sustentáveis a oportunidade de aprender técnicas e metodologias para uma maior resiliência das nossas comunidades.

Este encontro de dois dias inclui uma introdução teórica e prática sobre Transição e tem como principais objectivos:

– Aprofundar conhecimentos para a experiência de uma Iniciativa de Transição
– Saber mais sobre como aplicar os primeiros passos do modelo de Transição
– Aprender métodos inovadores de aprendizagem, participação e facilitação (dinâmicas de grupo)
– Aprender formas de recapacitação individual
– Conhecer pessoas de várias Iniciativas de Transição e partilhar sucessos e dificuldades

O curso será leccionado em Português pelos primeiros formadores de Transição Portugueses, a saber:
Amandine Gameiro, André Vizinho, Claudian Dobos e Gil Penha-Lopes

Mais informações em http://cursodetransicao.blogspot.com/

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Até lá 🙂

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Na última 4ª feira, cerca de 90 pessoas passaram pela biblioteca de Telheiras para ouvir, pensar e falar sobre vários movimentos cívicos, o que os liga e o que os separa entre si.

O Álvaro Fonseca, o Paulo Raposo e o Gil Penha-Lopes abriram a noite com contextualizações sobre alguns movimentos, ficam aqui alguns excertos e documentos visuais:

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Apresentação de Álvaro Fonseca

Apresentação de Paulo Raposo

Apresentação de Gil Penha-Lopes

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Como era desejável, apareceram pessoas de diversos movimentos (mov. indignados, iniciativas de transição, assembleias populares, mov. gerações, plataforma 15O, etc) que complementaram estas intervenções e que expuseram as suas preocupações e vontades, umas passando mais pelos pontos que os une, outras mais pelos que os separa. Depois de o auditório fechar, a discussão extendeu-se pela rua (e pelas redes sociais), e ficou no ar a sensação de que uma parte II deste encontro provavelmente tomará lugar em breve.

Ficam também alguns vídeos sobre alguns dos movimentos.

Até já

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Comida

Sementes.

De onde vêm? Que novas leis internacionais estão a ser discutidas sobre as sementes e por que é que isso é fundamental para nós?

Na próxima 3ª feira, dia 13 de Março, pelas 21:00, alguns amigos da Campanha Europeia pelas Sementes Livres vêm até à ART – Associação de Residentes de Telheiras – para Activar a Semente Livre que Há em Ti.

Vão-nos falar sobre a campanha, explicando a importância das sementes tradicionais e por que é fundamental a sua preservação. Diz que vai também haver uma troca de sementes pelo meio, portanto tragam as vossas! Pensamos terminar pelas 23:00.

Vejam (muito) mais informação em http://gaia.org.pt/sosementes.

A entrada é livre, aceitam-se comidas e bebidas para partilhar pelo grupo e sementes para a troca 😉

Até lá!

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Amigos e Amigas, Vizinhas e Vizinhos,

No próximo dia 30 de Novembro, pelas 21:00, como de costume em todas as últimas 4ªs de cada mês, promovemos mais um encontro e debate no auditório do bairro, desta vez sobre conservação da Natureza e iniciativas cívicas.

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O encontro pretende apresentar a Aidnature e o seu projecto Conservar Portugal, e debater e partilhar ideias em volta da vida selvagem, a vida animal e a sua relação connosco. Porquê conservar a vida selvagem? O que podemos aprender com a Natureza? Quem em Portugal monitoriza a ocupação dos espaços selvagens pelo Homem, por grandes infra-estruturas como barragens, parques eólicos ou pedreiras? Qual o nosso papel, o que podemos fazer?

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Na 4ª feira, o António Castelo e o João Vasconcelos (Aidnature) vão-nos contar a sua história, o que os inspira e move, e mostrar-nos breves trechos do trabalho de documentação fotográfica e em vídeo que andam a fazer por todo o país.

Teremos ainda o prazer em receber Carla Castelo, jornalista da SIC que tem a seu cargo a área de Ambiente, e Orlando Figueiredo, vogal da Direção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), que gentilmente aceitaram os nossos desafios em fazer parte deste momento, que vai ser fantástico 🙂a

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Trailer conservarPORTUGAL from aidnature.org on Vimeo.

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A Aidnature é uma Organização Não-Governamental de Ambiente (ONGA), sem fins lucrativos, que nasceu este ano em Telheiras.

Tem como missão a capacitação das comunidades humanas no sentido de um desenvolvimento em harmonia com a Natureza, concretizando os seus objectivos através da documentação da Biodiversidade, da divulgação do estado de preservação dos ambientes naturais, e da sensibilização das comunidades para a necessidade de conservar os ambientes selvagens.

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Contamos contigo, até lá!

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No fim-de-semana de 17 e 18 de Setembro vai acontecer, em Sintra, o 2º Curso de Iniciativas de Transição, em Portugal. 
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Vai ser um fim-de-semana intenso, onde se vai falar e praticar sobre os fundamentos do movimento de Transição, saber mais sobre ferramentas práticas para construir, planear, gerir e participar numa Iniciativa de Transição. Diz quem esteve no 1º curso (no ano passado) que foi óptimo para conhecer pessoas de todo o país que partilham esta visão e estabelecer uma rede nacional.
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Toda a informação está disponível em
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Qualquer dúvida deverá ser encaminhada para
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Atenção: está a haver uma grande corrida às vagas disponíveis, pelo que, se estiverem interessados, o melhor é despachar a contactar a organização!

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Sem dúvida, a melhoria de qualidade de vida nos “países ocidentais”, nas últimas décadas, tem sido alimentada por um consumo insaciável de recursos naturais, cuja sobreexploração e seus efeitos nefastos para os ecossistemas e previsível esgotamento nos faz pensar sobre a vulnerabilidade actual das nossas comunidades. Actualmente estamos dependentes (e devedores), por exemplo, a nível energético, alimentar e industrial. Faz sentido importar alhos da China ou tomates da Holanda? E se o petróleo ou o gás deixam de vir?
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Perece-nos evidente que, por todo o mundo, estão a surgir sinais de que o sistema de produção/consumo com que vivemos agora é insustentável. E é preciso sentir que “insustentável” significa que não pode continuar, que muita da qualidade e das possibilidades do nosso futuro e dos nossos filhos e netos pode estar a ser comprometido, por inércia, desatenção, cepticismo.
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Um dos papéis das iniciativas de transição é de estimular e reconstruir a resiliência das comunidades, a nível social, económico ou ambiental, por aí fora.
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Num contexto de crise e perturbação a múltiplos níveis é importante que os territórios a várias escalas – regiões, cidades, comunidades locais – consigam pensar e planear o seu futuro, tendo em conta a necessidade de serem mais resilientes e mais capazes de se anteciparem e adaptarem face às forças de mudança. (Fernando Teigão dos Santos)
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A noite de 29 de Junho será de debate aberto, contando com as intervenções de João Ferrão, investigador do Instituto de Ciências Sociais, Fernando Teigão dos Santos, investigador e consultor em resiliência territorial, e de Duarte Caldeira, do Centro de Estudos e Intervenção em Protecção Civil (ver o teor das intervenções no cartaz).
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Haverá também uma pequena exposição sobre o que andamos a fazer na iniciativa, testando a resiliência do nosso bairro!
Até lá!
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ps: Gostavamos muito de filmar o evento, para disponibilizar às pessoas que não podem estar presentes. Alguém tem material/conhecimento para nos ajudar nisto?? (ligar som dos microfones à máquina, etc). Contacto para transicao.telheiras@gmail.com
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Vivemos tempos incertos e paradoxais.

Por um lado, estão-se a formar imensos grupos, iniciativas, associações, manifestações, acampadas por todo o país, por todo o mundo, recheados de pessoas que estão insatisfeitas e indignadas e que têm ideias, vontade e energia para participar na construção da nossa sociedade, com valores mais justos e honestos, com maior equilíbrio e paz e porventura mais simples e com menos impactos negativos nos nossos ecossistemas.

Por outro lado, quase invariavelmente, essas mesmas pessoas e iniciativas deparam-se com a mesma mão de problemas: falta de adesão de grande parte dos nossos vizinhos, dificuldade (e inexperiência) em processos horizontais (sem hierarquia fixa) , falta de tempo… e tudo isto traz sentimentos de desmotivação, inércia e angústia enormes.

O Benfica mobiliza 50.000 pessoas de 15 em 15 dias, o pic-nic do Continente mais uns quantos milhares, o Peso Pesado outros tantos e quantas conseguem mobilizar as Iniciativas de Transição, as associações pelos direitos humanos, as associações ambientais ou a acampada do Rossio? Porquê? E como podemos mudar isto, nos nossos bairros?

É sobre isto que vamos falar, 3ª feira, com a nossa vizinha Lia Vasconcelos, que tem coordenado processos de participação de cidadãos e que vem partilhar connosco a sua experiência.

Mobilizem os vossos amigos e tragam as vossas experiências, porque a noite vai ser de partilhas, mais do que de palestra!

Até lá!

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