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07e 08 de Maio de 2011 – Iniciativa de Transição Telheiras
Facilitador Maurício Umann

“Permacultura é um sistema de design que reconcilia as comunidades humanas com os imperativos ecológicos de um planeta vivo.”

Ben Haggard

A Permacultura é uma poderosa ferramenta de planeamento para que possamos atingir a sustentabilidade no Planeta Terra. Este Curso de Introdução à Permacultura oferece um despertar criativo para soluções práticas que podemos aplicar de imediato nas nossas vidas, seja no ambiente urbano ou rural.

Com slides, vídeos, jogos e exercícios interactivos, criaremos o ambiente para um fim-de-semana com muita partilha de informação, na companhia de gente que, como tu, quer assumir a responsabilidade pelo próprio presente e pelo futuro do planeta.

Neste dois dias teremos a oportunidade de conhecer melhor a Ética e os Princípios da Permacultura, aprender e aplicar os métodos de planeamento utilizados para a elaboração de um projecto de Permacultura e sentir a urgente necessidade de assumir a responsabilidade pela nossa própria existência.

Nas cerca de 12 horas deste curso iremos abordar e discutir, de forma criativa e positiva: energias renováveis, bioconstrução, solos, água e produção de alimentos. Iremos ainda conhecer um pouco da Permacultura que se faz em Portugal e no Mundo bem como nos iniciaremos no Movimento de Transição, na Permacultura Urbana, nas Ecoaldeias e nas Comunidades.

Os participantes receberão ainda um pequeno livro especialmente preparado para este Curso de Introdução à Permacultura com os conteúdos abordados, informações práticas e locais de interesse a visitar na internet. Receberão também um Certificado de Participação.

Facilitador:

Maurício Umann, Designer e Permacultor, é co-responsável pelo Projecto O FOJO
– Centro de Aprendizagem e Demonstração de Permacultura. Desde 2009 está a fazer o seu percurso para a obtenção do Diploma em Permacultura, no âmbito do qual está a implementar o Projecto O Fojo. Com a sua companheira e Permacultora, Filipa Santos, criou e implementou as “Experiências de Permacultura” e o Evento de Bioconstrução “Mãos na Terra”. Faz parte do colectivo de Designers de Permacultura PERMA D. Em 2010 participou num voluntariado no IPEC – Brasil.

2011 – Curso de Introdução à Permacultura, Iniciativa de Transição Linda-a-Velha, Formador
2010 – Evento de Biocontrução n’O Fojo Mãos na Terra 2010, como facilitador e participante, O FOJO – Centro de Aprendizagem e Demonstração de Permacultura
2010 – Permaculture Educators Course, com Annemarie Brookman (The Food Forest – Australia), Ecoaldeia de Friland – Dinamarca
2010 – Transition Iniciatives, com Lars Keller (Friland Ecovillage – Dinamarca) e Paul Hendriksen (Transition Town Deventer – Holanda), Ecoaldeia de Friland – Dinamarca
2007 – Curso de Ecovilas – Design e Implementação, com André Soares e Lucy Legan (IPEC – Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado – Brasil), Herdade Do Freixo do Meio, em Portugal
2005 – Curso Certificado de Permacultura (1 mês), com Richard Wade e Inês Sanches, Instituto de Permacultura Monstsant, Espanha
2005 – Workshop de Facilitação, Decisões por Consenso e Resolução de Conflitos, com Ulises (Facilitador Profissional e Director da Red Ibérica de Ecoaldeas), em Espanha
2004 – Curso de Agricultura Biológica, Espanha

Tópicos gerais do Programa:

Energia, recursos naturais, economia, degradação ambiental e alterações climáticas
Notas históricas sobre a Permacultura
Ética e Princípios da Permacultura
Zonas e Sectores
Padrões Naturais
Biodiversidade
Água, solos e climas
Método de Design em Permacultura
Bioconstrução e Bioclimática
Ecoaldeias e Comunidades
Permacultura Urbana
Movimento de Transição
Filmes, jogos, slides e exercícios práticos (observação, análise e projecto)

Onde?

O curso decorrerá nas instalações da ART – Associação de Residentes de Telheiras, em Lisboa, que fica AQUI.

Morada: Rua Professor Mário Chicó, nº 5, Telheiras, Lisboa

Quando?

O curso decorrerá nos dias 07 e 08 de Maio de 2011.

Os participantes deverão chegar no máximo às 8:30 da manhã para acreditações e para um chá ou café com bolinhos. O curso decorre das 9:00 às 17:30, e terá ainda a projecção de um Filme no Sábado, dia 07, pelas 18:00 e, neste dia, as actividades encerram, oficialmente, as 20:00. No Domingo, dia 08, iniciaremos novamente as 9:00 e terminaremos as actividades propriamente ditas pelas 18 horas. Neste dia, as
actividades encerram, oficialmente, as 20:00. Estão programados intervalos na parte da manhã e na parte da tarde bem como 1h30 de intervalo para os almoços.

Alimentação:

A organização deste curso pretende que esta seja uma experiência rica a todos os níveis! Incluímos assim duas refeições (os almoços) biológicas elaboradas com preceitos da cozinha macrobiótica. Teremos também disponível, para os intervalos, café e chá bem como bolinhos, frutas e frutos secos.

Pedimos que tragas o teu prato, copo, talheres e prato de sobremesa!

Investimento Ético – Curso + Livro de conteúdos + alimentação biológica

80,00 €
60,00 € para sócios da ART
30,00 € para desempregados (3 vagas)

O que trazer:

Boa energia!
Lápis de cor, canetas, papel de rascunho e um marcador com a tua cor preferida.
Prato, copo, talheres e prato de sobremesa!
Se quiseres, traz também a tua garrafa de água e uma mantinha ou almofada para te sentires mais confortável.

O que Não trazer:

Má onda!!

Informações e Inscrições:

O Pagamento das inscrições deverá ser feito até ao dia 04 de Maio. Para informações sobre o modo de pagamento e outras questões entre em contacto:

E-mail transicao.telheiras@gmail.com

Telefone 217 568 103

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Vai ser mais uma noite fantástica, cheia de partilhas, perguntas, duvidas, sorrisos, conversas, conhecimentos, e muito mais.
Pelo meio disto tudo, vai haver lugar para rifas.
Apareçam.

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Depois de muitas actividades aqui no bairro, venho apresentar 2 artigos que penso serem fundamentais para a actualidade da Transição.

Gostava de os poder apresentar em portugues, mas, a falta de prática para a tradução, e a vontade de partilhar tudo o que vou lendo, faz-me ter de partilhar os artigos em ingles. (fica aqui o desafio a algum tradutor que leia estas palavras).

O primeiro artigo apresenta-nos um outro pico, para alem daquele do petróleo, e que pode influenciar o futuro, o pico do fosforo (‘A rock and a hard place: Peak phosphorus and the threat to our food security’).

Começou a ser falado nos meios de discussão do pico do petróleo em 2007 (energybulletin: peak phosphorus) e neste momento volta a aparecer nos debates sobre o solo.

 

O segundo artigo, que recebi por mail, e escrito por Rob Hopkins, fala-nos dos novos horizontes da transição, as questões que se teem levantado nos estados unidos, dentro e fora do movimento de transição nesse pais.

Um bom artigo para quem se inicia na transição, mas mais uma vez um pecado não termos tradução (claro que podemos sempre utilizar um tradutor automatico, mas não é a mesma coisa).

É verdade, aqui fica o link para o 2º artigo, com o titulo “A Critical Response to Michael Brownlee’s call for ‘Deep Transition’

Espero que tirem proveito, boa transição.

 

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Este relatório chegou-me, por acaso, às mãos por uma fuga de informação. Estava classificado de “altamente secreto”, e vinha assinado E.T.

“…
Cumprindo as ordens do Conselho Superior da Secção KXW34 da Galáxia, dirigi-me ao terceiro planeta do sistema estelar NX”34 com o fim de vos informar sobre ele, nomeadamente sobre a espécie que ali domina. Utilizei a técnica da materialização metamorfósica para me transmutar num elemento da referida espécie, e durante um longo período vivi desapercebido entre eles. Pude, assim, observar o seu modo de vida, aprender a sua forma de comunicar, e aceder aos seus registos. Tudo com vista a preparar o relatório que agora, já regressado ao nosso Mundo, vos apresento.

Tal como nós prevíamos, o planeta objecto desta análise, pela conjugação da abundância de água, de uma atmosfera adequada, e de uma temperatura amena, reúne perfeitas condições para a existência de vida reprodutiva no sistema carbono-oxigénio. Existe uma grande abundância e diversidade de espécies animais e vegetais, e, considerando a complexidade orgânica de algumas dessas espécies, concluo que as condições favoráveis ao aparecimento das primeiras formas de vida já terão ali ocorrido há muito tempo.

De entre as espécies de seres vivos, existe uma que ganhou um vincado ascendente sobre todas as outras. Chama-se ali espécie humana. Trata-se de um primata, que caminha erecto apoiado sobre os dois membros inferiores. E que tem uma grande destreza dos membros superiores que são dotados, nas extremidades, de cinco ramificações. Esta espécie proliferou de tal forma que as marcas da sua presença são visíveis por toda a parte. E, de entre todas as espécies deste planeta, esta é a única que manifesta comportamento revelador de inteligência.

A sua longa evolução permitiu-lhe articular sons diferenciados, associados a imagens, objectos, ideias e até emoções, facto que lhes que lhes permite comunicar entre eles; criaram também um código gráfico, que lhes permite grafar os sons e registar factos e ocorrências. Isto permitiu-me consultar esses registos, e ficar a conhecer como se processou a evolução desta espécie. Fiquei a saber, por exemplo, que desde há muito os humanos aprenderam a dominar o fogo e a construir ferramentas de todo o tipo.

A sua organização é de uma grande complexidade: dominam perfeitamente a metalurgia, fabricam ferramentas muito diversificadas e sofisticadas. Algumas são capazes de realizar operações inteligentes, outras são para se transportarem, outras para usarem como armas. E fazem isto de uma forma muito organizada, em grandes unidades de fabrico, pelo método da especialização e divisão do trabalho. Conhecem e aplicam técnicas de prolongamento da vida, e são capazes de fazer transplantes de órgãos entre individuos diferentes.

Estão organizados em inúmeros territórios nos quais os seus ocupantes defendem os seus interesses próprios, e, muitas vezes, fazem guerras para defender esses territórios ou para atacar os dos outros. Vivem em grandes aglomerados, uma espécie de colmeias, e têm funções muito diferenciadas. Utilizam as outras espécies em proveito próprio, por vezes criando-as artificialmente e alimentando-se delas. Socialmente, existe um sistema muito vincado de hierarquias, nem sempre baseado no mérito.

A energia que alimenta a vida neste planeta é fornecida pela estrela do seu sistema planetário a que eles chamam Sol. Os humanos aprenderam a utilizar essa energia a seu favor, e até já conseguem capturar a energia dos átomos. No tempo recente, eles têm recorrido a uma forma de energia desde há muito acumulada no planeta, sob a forma de compostos de carbono. Isso permitiu um desenvolvimento e proliferação espectacular da espécie, de tal forma que os registos mostram que, nas últimas seis gerações, o seu número se multiplicou por 8.

Os elementos desta espécie podem comunicar entre si, de forma interactiva e à distância, através de ferramentas muito avançadas, e utilizando códigos. Podem deslocar-se rapidamente de uns lados para outros e de diversas formas, inclusive através do fluído atmosférico. E já visitaram o pequeno satélite que orbita à volta do planeta.

Por tudo o que vi, considero que o estádio de evolução desta espécie está entre os mais avançados da Galáxia. Espantou-me o avanço tecnológico, em alguns aspectos equiparado ao nosso. Poderão estar perto do “grande salto” em frente, da Grande Unificação, tal como aconteceu no nosso Mundo, na Era da Transição. No entanto, encontrei indícios de que existem grandes fragilidades no comportamento desta espécie que podem levar ao seu colapso organizativo, tal como já aconteceu em outros sistemas planetários mas que eles, naturalmente, desconhecem. Refiro algumas dessas fragilidades:

O seu principal recurso energético está a esgotar-se muito rapidamente, mas eles utilizam-no como se fosse inesgotável.
A extrema complexidade organizativa que criaram necessita de uma quantidade cada vez maior de energia para se manter. E eles não têm controlo sobre essa complexidade.
Estão a interagir com o equilíbrio do planeta, interferindo com as outras espécies, modificando ou destruindo eco-sistemas, e estão a alterar a composição da atmosfera. Isto pode tornar as condições muito adversas para o futuro dos humanos.
Não têm consciência do problema do crescimento populacional da sua própria espécie, e aceitam, despreocupadamente, esse facto. As classes do topo da hierarquia cultural e social já conseguem separar o acasalamento da reprodução, e, em parte por isso, estão a reproduzir-se menos, e progressivamente a envelhecer e a perder importância relativa.
…”
O relatório não acaba aqui. O alienígena ainda tece mais algumas considerações sobre cenários de evolução, e termina apresentando um “prognóstico reservado”. Mas o que deixei aqui escrito contém o essencial, e eu, vendo-me assim depositário desta informação (quem sabe se a fuga não terá sido preparada!), sinto-me obrigado a divulgá-la, para que cada um julgue por si próprio. E para que a utilize e a divulgue da forma que melhor entender.

Post escrito por Luis Queiros e publicado no seu blog http://poscarbono.blogspot.com/2010/10/o-relatorio-do-extra-terrestre.html

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