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Posts Tagged ‘pico do petroleo’


Todas as Segundas-feiras o nosso vizinho Luís Queirós publica no seu blog um artigo de opinião.

http://poscarbono.blogspot.com/

hoje podemos apreciar o seu balanço do ano 2010, no que toca a estas coisas da transição.

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Depois de muitas actividades aqui no bairro, venho apresentar 2 artigos que penso serem fundamentais para a actualidade da Transição.

Gostava de os poder apresentar em portugues, mas, a falta de prática para a tradução, e a vontade de partilhar tudo o que vou lendo, faz-me ter de partilhar os artigos em ingles. (fica aqui o desafio a algum tradutor que leia estas palavras).

O primeiro artigo apresenta-nos um outro pico, para alem daquele do petróleo, e que pode influenciar o futuro, o pico do fosforo (‘A rock and a hard place: Peak phosphorus and the threat to our food security’).

Começou a ser falado nos meios de discussão do pico do petróleo em 2007 (energybulletin: peak phosphorus) e neste momento volta a aparecer nos debates sobre o solo.

 

O segundo artigo, que recebi por mail, e escrito por Rob Hopkins, fala-nos dos novos horizontes da transição, as questões que se teem levantado nos estados unidos, dentro e fora do movimento de transição nesse pais.

Um bom artigo para quem se inicia na transição, mas mais uma vez um pecado não termos tradução (claro que podemos sempre utilizar um tradutor automatico, mas não é a mesma coisa).

É verdade, aqui fica o link para o 2º artigo, com o titulo “A Critical Response to Michael Brownlee’s call for ‘Deep Transition’

Espero que tirem proveito, boa transição.

 

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Por Luis Queirós

Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

A minha Transição

Quando, há meia dúzia de anos, me comecei a interessar pela questão do “pico do petróleo” mal imaginava quanto o assunto me iria apaixonar, e quanto iria modificar a minha forma de olhar a nossa civilização, de interpretar o seu passado e de perspectivar o seu futuro. E, à medida que fui aprofundando o tema, passei a dar-me conta das motivações das guerras, a entender melhor as estratégias dos governantes, a compreender com mais clareza as razões da crise, e a duvidar da eficácia das soluções que nos apresentam para sairmos dela.

Acima de tudo, convenci-me da impossibilidade do eterno crescimento exponencial que os economistas nos receitam, aprendi a conhecer e a respeitar os limites do planeta e dos seus recursos. E, por causa disso, até mudei a minha forma de estar no mundo: uso mais os transportes públicos, procuro racionalizar os consumos, respeito mais o ambiente, reciclo e reutilizo sempre que posso. Este interesse ajudou-me a reencontrar velhos amigos, irmanados numa visão comum. Tem-me ajudado a transmitir aos meus filhos um sentido para a vida e dar-lhes uma causa para lutar, e está a permitir-me envelhecer a olhar em frente e a aprender, em vez de mergulhar no revivalismo estéril das memórias do passado.

Aproximou-me das minhas raízes… levou-me à criação da Associação Rio Vivo, em S. Pedro do Rio Seco, onde procuro dinamizar pessoas, apoiar os mais idosos, e criar condições para impedir a morte desta aldeia. Nas pequenas localidades rurais, as antigas formas de viver foram irreversivelmente destruídas, e não mais voltarão a ser recuperadas.

Conheci muita gente que partilha a mesma visão, gente de todas as idades, onde se mistura a experiências dos anos com o entusiasmo da juventude. Gente que acredita que o mundo está no caminho errado, e que existe um caminho alternativo. Gente que, nos blogs, nas redes sociais, partilha experiências, desenvolve iniciativas, divulga informações.

O meu site de referência é o “theoildrum”. A partir daí, tenho partido à descoberta dos fundamentos das questões ligadas à energia, à sustentabilidade, ao ambiente. A internet permite-nos isto : partilhar ideias, discutir argumentos, conhecer pessoas, preparar análises, escrever artigos, etc… Aquilo que há uma dúzia de anos não teria sido possível, é hoje uma realidade.

Na semana passada estiveram reunidos em Washington, no congresso anual da ASPO-USA, muitos especialistas em questões de energia. São pessoas atentas, desinteressadas, altamente qualificadas; pessoas que nunca vi, mas com as quais já sinto alguma familiaridade. Leio e vejo as comunicações apresentadas que convergem na conclusão de que estamos a viver os últimos tempos da Idade de Ouro, como lhe chamou o almirante Rickover. Estas pessoas investigam, estudam, divulgam, pelo prazer de ensinar e partilhar. É um mundo que contrasta com o mundo interesseiro dos negócios, dos pareceres, dos consultores, dos lobbies.

Nestes dias desesperançados, com os noticiários ocupados com a discussão de um depressivo orçamento de Estado, eu questiono-me sobre as opções dos nossos economistas, que nos pedem sacrifícios, mas que prometem a retoma, e, a seguir, mais do mesmo. E eu, ao perceber que, nesta maldita crise, não existe o outro lado, adoptei a crença de que o caminho para mundo do futuro tem de ser diferente do beco sem saída que nos mostram.

Fiz-me adepto da transição.

 

Original deste artigo neste Sitio.

 

 

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No último sábado, das 10h00 às 13h00, teve lugar, na sede da ART, a 1ª reunião alargada da Iniciativa de Transição em Telheiras!
Estiveram presentes 25 pessoas, dos 5 aos 70 anos, mulheres e homens!

Resumo da reunião:

  • Por volta das 10h30 começámos por tentar ver quanto estamos ou não informados sobre temas como a permacultura, o pico do petróleo ou o movimento de transição.
  • Depois falámos um bocado desses mesmos temas: o que é, o que não é, o que normalmente não vemos e não pensamos, alguns mitos e algumas motivações, o que idealizamos, o que queremos para o nosso futuro, o que podemos fazer, o que queremos fazer!
  • A partir daqui começou um aceso debate, especialmente sobre o tipo de acções a organizar nesta fase inicial e sobre as hortas em Telheiras. Também falámos da mobilidade (importância da bicicleta), de uma campanha que reduza a utilização de sacos de plástico no comércio local e da possibilidade de um workshop para aprender a fazer brinquedos (como boa campanha pré-Natal!).
  • Como as horas passavam e a fome apertava, todos concordámos que seria melhor marcar uma reunião para debater estas questões mais específicas (hortas, mobilidade, workshops, campanhas), portanto: próxima reunião, 3ª feira (dia 9) às 21h00 na sede da ART (aqui). Há embriões de grupos de trabalho de diferentes áreas, o que é óptimo! Todos e todas que estiverem interessados nos temas já escritos e/ou que quiserem apresentar outros temas, apareçam por lá, certamente serão bem recebidos pelos que lá estarão!
  • Por último, foi a maravilhosa altura de visitar o espaço em que o nosso vizinho Luís Queirós tem plantado e ver na prática o que é isto de semear na cidade!! Vimos os alhos e a figueira, a oliveira e as alfaces, até mangas e maracujás! Ideal para nos seduzir a pôr as mãos na terra! Há já um grupo de vizinhos que está a pensar juntar-se ao cultivo!

Estamos a pensar reunir-nos todas as Terças-feiras às 21h00 na sede e Sábados (às 10h00 é muito cedo? talvez um almoço partilhado, ou depois do almoço?). Avançamos também uma lista de eventos para marcar na agenda, em Novembro:

09 Nov, 21h00 – reunião aberta do grupo de transição de Telheiras, sede da ART
12 Nov, 11h00 – palestra “Descrescimento sustentável”, Auditório da biblioteca FCT-UNL, Monte da Caparica (http://pt.indymedia.org/conteudo/agenda/2606)
13/14 Nov – congresso de associativismo e democracia participativa, ISCTE (http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/)
16 Nov, 21h00 – filme/animação (Story of stuff, a História das Coisas) + conversa, sede da ART
24 Nov, 21h00 – filme (Power of Community, o Poder da Comunidade) + conversa, biblioteca Orlando Ribeiro (Telheiras)
27 Nov, todo o dia!
manhã – palestra sobre permacultura + 2 workshops, com Maurício Umman e alunos da Fac. Ciências UL: i) construção de espiral de ervas aromáticas ii) produção de “bombas de sementes” (talvez almoço partilhado?!), sede da ART

tarde – a experiência de Pombal no movimento de transição, com João Leitão, biblioteca Orlando Ribeiro (Telheiras)

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Em Julho de 2009, nas palestras de Oxford da TEDGlobal, Rob Hopkins falou no Pico do Petróleo, mas principalmente, falou de comunidades independentes de combustiveis fosseis.
Veja de seguida o filme dessa palestra, de cerca de 16 minutos, legendado em portugues.

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Com o aproximar da noite de amanhã, e com as várias noticias sobre as greves em França, é importante destacar uma das formas de luta, o bloqueio às refinarias.
Pela primeira vez na história da França a policia de intervenção teve de abrir caminho por um piquete de grevistas.
Este bloqueio demonstra o quão volneráveis e dependentes do petróleo as nossas sociedades estão, evidenciando-se a necessidade de nos tornarmos menos dependentes do petróleo (principalmente de todos os produtos derivados deste).

Fica aqui mais uma vez o cartaz para o filme de amanha.A vida na era Pós-Carbono"

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